quinta-feira, 6 de julho de 2023

Nossa Eterna gratidão ao Irmão Markus

 

Obrigada, Irmão Markus, sempre gentil conosco para traduzir, tanto nos encontros como os nossos artigos e os RUNDBRIEF.

O Irmão Markus era bem atencioso ao traduzir o material do nosso Fundador Padre Francisco Reisinger OSFS, fez com muito carinho e zelo, pois ele conviveu nos últimos anos com Reisinger.

Quando estive com ele em março, percebi que ele por iniciativa própria pesquisou nos cadernos de Reisinger, na sua biblioteca, assuntos sobre o Diretório e outros, em torno de 4 apostilas, e traduziu para o bem do Instituto. Quantas vezes ele escreve assim: “Achei isso, vem bem para as Salesianas.”. Por isso somos muito gratas. Conforme São Tiago (1, 12), “Feliz aquele que suporta a provação, uma vez provado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que O amam. ”. 

Irmão Markus fez da tradução um hobbie, trabalhou no silêncio com interesse e entusiasmo de um missionário. Seu pensamento voava pela espiritualidade Salesiana, para fazer o bem às almas, tanto para os OSFS como pelo nosso Instituto, fazia a tradução em mão dupla, envolveu vários idiomas. E quando traduzia um artigo para o Português, enviava por E-mail sempre para o Provincial dos Oblatos e para mim. Deus foi tão bom, mesmo nos tempos em cadeira de rodas, ele fez com entusiasmo seu trabalho de tradução. Irmão Markus agora descansará em paz.

 Creio eu, que o Irmão Markus fez a experiência do que diz o pensamento de SFS: “Empreguemos bem o tempo de Deus a fim de que ele nos dê sua Eternidade.”  Ele sempre disposto nos trabalhos, mesmo cadeirante, nunca deixou um ar de tristeza ou queixa, mas muitas vezes usava frases introdutórias lúdicas, brincando, quando traduzia textos de revistas, como:  “se você não se conseguir, de manhã se livrar da ponta do cobertor, ou quando não tiver missa, leia: aí vai um novo artigo.” E outra vez foi essa:  “Quando você dormiu durante a pregação da Homilia, pode ainda recuperar o domingo lendo este, ou também, ler outra hora”. Durante a Pandemia ele uma vez escreveu como circulou pelas partes do hospital, fez uma pequena retrospectiva da vida e sentiu por todo gasto que dava para os Oblatos.

Sentiremos sua falta. E repito nosso Muito Obrigado ao Irmão que partiu para a eternidade e a todos os Oblatos.

Iria Urnau - Coord. Geral

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Quem não recorre a Ela?

 Quem não recorre a Ela?  O Anjo diz:  Seu nome é Maria.

Maria, a nossa inspiração de acolher Deus, sob os vários títulos que a Ela são atribuídos.

Maria uma criatura jovem, donzela do seu tempo, fiel aos seus deveres de estado de vida, mas aberta às coisas do alto e do Criador.

Assim, no calendário litúrgico temos várias celebrações a Maria, agora no tempo pascal temos em 31 de maio, a visitação de Maria, presente no Pentecostes. E após, Maria - mãe da Igreja, assim proclamada pelo Papa Paulo XI no encerramento do Vaticano II. Em junho temos a festa do Coração de Maria e, no decorrer do ano, mais datas em honra a Santíssima mãe de Jesus, o Cristo.

Deus vem a nós por Maria em Jesus de Nazaré, onde o humano e o divino se encontram. “Quando céu desce, o humano se eleva”.

Maria, a mãe do Filho de Deus, viveu com Jesus Cristo para Deus Pai; Maria Santíssima é nossa intercessora quando, como humanos buscamos as graças e bênçãos Divinas.

 

Aqui as Sete palavras de Maria que se encontram na Sagradas Escrituras

·            A primeira palavra: "Como se fará isto, se não conheço homem algum?" (Lc 1,34)

Maria pergunta, pede uma explicação, não para entender os desígnios de Deus, mas para cumpri-los. A pergunta de Maria descreve seu desejo íntimo, seu desejo de virgindade. Segundo a cultura de seu tempo, onde a virgindade era bem vista, ela casada com José, mas seu coração se orientava em direção ao alto. Este desejo foi a melhor preparação, a disposição mais preciosa para cumprir a missão a que Deus a destinou: ser a mãe do Messias de forma virginal. A sua virgindade espiritual consiste na atitude da sua alma que se sente pobre e serva do Senhor e aberta aos desígnios de Deus, e não pode ser colocada no plano de uma mulher comum, do ponto de vista psicológico nem do ponto de vista religioso. Maria, esvaziando-se, atinge a plenitude, uma manifestação de que a salvação vem de Deus, manifestado no seu modo de agir na história do seu povo para realizar a salvação.  Para a tradição da Igreja, a concepção virginal de Jesus não é, portanto, um dogma periférico, mas um caminho fundamental que nos conduz ao dogma da encarnação, é um sinal da divindade de Jesus Cristo.

·            Segunda Palavra: “Aqui está a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra". (Lc 1,38)

O ato nos mostra Maria totalmente entregue ao projeto do Pai. Trata-se de toda a sua disponibilidade. O ato da Virgem, mais que uma virtude, fala-nos de plena santidade, para que se cumprisse para ela o desígnio de Deus e todo o desígnio de salvação para o mundo.

Porque acreditou, Maria entregou-se e caminhou totalmente aberta ao mistério divino, incessantemente unida à vontade do Senhor. Maria entendeu que tudo o que iria acontecer seria obra da graça, por isso disse: “Faça-se em mim”. Santo Agostinho afirma que Maria "concebeu Deus mais no coração do que no corpo".

·            Terceira Palavra: "Ela cumprimentou Isabel" (Lc 1,40)

Maria partiu rapidamente e ensinou-nos as duas atitudes que o apóstolo deve ter: servir o próximo e levar Jesus Cristo dentro de si para poder comunicá-lo aos outros.

A figura de Maria que emerge desta breve cena evangélica é cativante: a sua alegria contagiante, a sua simpatia, o seu afeto, a sua fé compartilhada, tornar o Cristianismo tão atraente que a nossa vida produza uma chama como a das primeiras comunidades cristãs.

·            Quarta Palavra: "A minha alma engrandece o Senhor e meu espírito se alegra em Deus meu Salvador." (Lc 1, 46-55)

Palavras de gratidão e louvor, Maria acreditou na escolha a que foi submetida por parte de Deus. A atitude da criatura ao se entender como tal, é a surpresa de ser, o estremecimento de ter sido escolhida e sentir que não tem apenas uma vocação materna de intercessão e ajuda, mas uma vocação de louvor e adoração.

Deixou-se amar por Deus e tornou-se um prodígio de graças, exulta de alegria pela alegria infinita de saber que é amada por Deus, de poder amá-lo. Maravilhas foram realizadas porque Maria era tão pobre, tão pura de coração, tão aberta à verdade e tão humilde serva de Deus.

·            Quinta Palavra: "Filho, por que agiste assim conosco...?" (Lc 2,48)

Aqui, Maria - triste por ter perdido o menino e alegre por reencontrá-lo, expressa dor e alegria. É possível sublinhar a fecundidade contida no silêncio de Maria diante da resposta misteriosa de seu Filho, Palavra de equilíbrio. A pergunta de Maria que chora a perda do Filho (Lc 2,50) torna-se linguagem de amor, de plena docilidade, ao mesmo tempo que manifesta a sua pobreza, a sua íntima humilhação, a sua fiel e ardente dedicação aos desígnios divinos.

·            Sexta Palavra: "Eles não têm vinho" (Jo 2,3)

Aqui devemos sublinhar a sensibilidade de Maria mulher e mãe. Ela parece ser a primeira a perceber que a festa está em perigo. “Eles não têm vinho”, da forma mais natural refere-se à uma necessidade de o filho remediar. Ela apresenta a situação, intervém, chama a atenção de Jesus.  Este é o estilo de oração confiante, Maria diz o que sente. Neste episódio das núpcias de Canaã, podemos vislumbrar a mediação materna de Maria, mediação totalmente dependente de Jesus Cristo e que, de modo algum se pode ofuscar, porque é mediação de intercessão: a Virgem pede a Jesus, intercede pelas necessidades dos humanos.

Palavra de súplica, de pedido, a Virgem sugere a Jesus seu primeiro milagre e de alguma forma antecipa o início de sua vida pública. Embora Jesus em princípio rejeite o seu pedido, Maria não é recusada e por isso confia, espera e alerta os servos para que prestem atenção ao que o seu Filho lhes faz ou diz.

·            Sétima Palavra: "Fazei tudo o que ele vos disser" (Jo 2,5)

Maria é a primeira a ter acreditado e seguido seu filho, por isso nos guia até ele, transmitindo-nos a sua mesma fé, repetindo o que disse em Canaã. A devoção mariana não separa, mas leva à Jesus, a fazer o que Ele nos manda, a viver o Evangelho. Maria assume um novo papel evangelizador e missionário. A devoção mariana, uma devoção que nunca pode ser tomada como uma peça separada, mas usada como a melhor maneira de glorificar a Deus e engajar os cristãos em uma vida absolutamente conforme a vontade divina. A tarefa de Maria é incutir nos discípulos uma fé mais viva em seu filho, a Virgem é o caminho pelo qual o Espírito Santo conduz ao Filho, uno com o Pai.

 

Conclusão sobre as 7 Palavras de Maria

A 1ª Palavra: de obediência rendida; a 2ª Palavra: de cortesia afetuosa; a 3ª Palavra: de humildade reconhecida; a 4ª Palavra: de dor resignada; a 5ª Palavra: de misericórdia compassiva; a 6ª Palavra: de confiança ilimitada; e a 7ª Palavra: é tudo fruto de um amor mais ardente.

Se "da abundância do coração fala a boca" (Mt 12,34), como disse o Senhor, quando meditamos nas sete palavras de Maria, percebemos que o seu coração está cheio de pureza virginal.

 

OBS: reflexão extraída do espanhol, do autor Padre Donaldo d' Souza.

Bibliografia: LÓPEZ MELÚS, Francisco María. María de Nazaret: o Verdadeiro Discípulo, Segue-me. Salamanca 1999.

 

 

sábado, 26 de novembro de 2022

Advento 2022

 

Advento: Natal se aproxima

“Deus faz tudo por nós e quer que façamos tudo o que pudermos uns aos outros. ” (SFS)

O Advento é um período de revisão de vida para acolher o novo ano litúrgico, mas também de muita expectativa de celebrar o Natal de Jesus, a partir da Palavra Orante da Bíblia e da oração comunitária. Durante o Advento temos a novena em preparação ao Natal que aborda o ‘chamado de Deus como Graça que impulsiona à Missão’ (baseado no ano vocacional na Igreja, Brasil).

É um refletir sobre a história de amor e salvação que Deus realiza na família de Nazaré e em toda a família humana, que nos coloca abertos e sensíveis para a Graça, a escutar da Sua voz no mistério da Encarnação que se faz presente nos acontecimentos da história. Podemos perceber na mensagem da Salvação; sentido Teológico da Graça da Salvação e também no sentido antropológico da escuta na vivência humana que anseia por algo mais.  Vivemos numa época de incertezas e de muitas mudanças que, por vezes, causa insegurança em relação ao novo, mas acima de tudo vivemos o exercício da esperança e, fortalecidos pela fé que nos mantêm no caminho.

Pois, afinal, é Advento! Chegou o tempo! Ainda não chegou o Natal, no entanto, ele já se aproxima. Nesta época, muitos já vivem o exercício da espera, pela chegada do Natal. Alguns estão alegres. Para outros, será um tempo de rotina normal. Até participarão de cultos, celebrações religiosas, mas indiferentes ao sentido desse tempo, alheios ao significado do Advento. Cantarão hinos, perceberão as luzes na cidade e nas igrejas, mas, insensíveis ao “nascimento” de Jesus. Talvez marcados pela dor e sofrimento, não perceberão a chegada do novo, ou nem se prepararam para a chegada do Servo Sofredor, o Messias - Infante que nasce humilde, do Verbo Encarnado que é Caminho, Verdade e Vida.

Portanto, é tempo de abandonarmos os medos e as angústias e percebermos que Cristo trouxe a Paz. E sempre temos de anunciar possibilidade de perdão, esperança e a paz que vem de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, aguardamos com mais interioridade a vinda do nosso Deus que é amor e chega até nós, feito menino (em forma de meiga criança).

Maria e João Baptista são duas grandes figuras que se apresentam como modelos de Fé, Esperança e Confiança, e nos podem ajudar a preparar o coração, numa atitude de coração alerta e atenção constante e permanente nesta espera da vinda do Salvador. Eles souberam escutar, acolher e transmitir Deus com a vida.

A Palavra de Deus nos convida a confiar-lhe de todo coração e a oferecer-lhe tudo o que somos e temos. Assim, a nossa relação com Deus abre-nos, cada vez mais, à esperança e união com Ele. O Natal lembra o quanto Deus “revestiu-se da nossa natureza humana" (TAD, VIII, 4) e se fez nosso irmão.

São Francisco de Sales nos diz: “Contemple o tão amável menino Jesus que vai nascer em nossas comemorações da próxima festa. Vem nos visitar por parte do seu Pai Eterno, e os pastores e os reis virão visitá-lo no presépio”.  Uma grande tarefa missionária a toda Família Salesiana, será a de “recristianizar”, ou seja, colocar Jesus Cristo novamente no centro. Segundo SFS, o “Apóstolo do Chablais”, esse é o convite do tempo de advento. Participemos com fé e entusiasmo, na espera do Senhor que vem no Natal. Esperemos aquele que já está entre nós - Jesus Cristo – que celebramos no Natal.

Assim desejamos e almejamos um Feliz a Santo Natal, mais uma vez, nesse ano de 2022.

Um Santo e Feliz Natal, com a Bênção de Deus Menino, a todos os que visitam e leem este blog.

Cordialmente,

Iria Urnau

sábado, 4 de junho de 2022

Vem, Espírito Santo, vem!

 

Pentecostes

“A alma do cristão é um reino

cujo Rei soberano

 é o Espírito Santo. ”

SFS

 

Para nós cristãos, a festa de Pentecostes recorda o dia em que diversos povos acolheram a mensagem de Cristo e se tornaram seus discípulos. A Escritura da encarnação da Palavra e a fé em Cristo ressuscitado, são sinal visível da presença de Jesus, um Deus-conosco.

É um itinerário, que o fiel deve estar atento a alguns passos da fé. Estamos no período alegre da Páscoa, em que nossos corações são reconfortados por Jesus Cristo, que se eleva aos céus e envia o defensor, o consolador, que nos ensinará todas as coisas.

Mas, o mundo das relações humanas não tem tanto espaço para ouvir o Paráclito, que anima e sustenta nossa caminhada na terra. Por vezes experimentamos os sofrimentos de muitos irmãos, devido à ausência de fraternidade, sem abertura para solidariedade, a fraqueza humana se fecha no individualismo e egoísmo.

A transformação precisa vir acompanhada de um grande despertar espiritual. Afinal, quando cultivamos nossa vida interior, como ensina São Francisco de Sales, estreitamos nossos laços de intimidade com o Sagrado, e a vida floresce.

    Por isso, clamamos: “Vem, Espírito Santo! Vem iluminar! Vem e renova a face da terra, acendei em todos o fogo do amor”. São Paulo nos orienta: “Deixai-vos conduzir pelo Espírito...” (Gal 5,16). E quando nos deixamos conduzir pelo Espírito, os frutos que ele gera em nossas vidas são: “caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança” (Gal 5, 22-23).

Esse o desejo para cada Salesiana e leitor: a força e paz do Espírito Santo neste Pentecostes, com as ricas bênçãos neste ano Festivo Jubilar.

Cordialmente,

Iria Urnau.

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Páscoa - fruto da Quaresma


“Fala com sabedoria,

ensina com amor.” 

 Pr 31, 26

Jesus percorreu um itinerário, onde viveu ensinando com a vida, gestos e palavras que prepararam a festa da Páscoa: “Dei-vos o exemplo, para que façais assim como eu fiz para vós.”   Jo 13,15

Quaresma é também um tempo de Graça e de esperança de caminhar com Jesus, Ele que já assumiu a nossa dor e cura nossas feridas. Eis a oração “Porque pela vossa Santa Cruz remiste o mundo!”

Que a Ressurreição de Jesus Cristo seja nossa alegria, em cada começo de novo dia.    Uma Santa e Abençoada Páscoa a todos!

Cordialmente,

 Iria M. Urnau

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Ciclo de Natal e início do ano Jubilar


 Renovamos nossa caminhada de Fé e esperança em Jesus Cristo, nosso Salvador, no início do novo ano de 2022.

Vivenciar a Liturgia, o ciclo de Natal, o Batismo do Senhor, e o nosso Batismo no qual somos inseridos no mistério de Deus, de ser chamados seus Filhos muito amados e a pertença do Céu - eternidade feliz.

O mês de janeiro traz exemplos de quem já vivenciou essa jornada de seguimento da vida em Cristo: Santos, Santas, Mártires e Doutores da Fé: Santa Inês, São Tomás de Aquino, São Sebastião, São Francisco de Sales, São Paulo e São João Bosco. Viveram o Evangelho encarnado na fraternidade e de modo heroico.

O Instituto Secular São Francisco de Sales, junto com toda família dos Oblatos de SFS, da Espiritualidade Salesiana, temos a alegria de festejar o Duplo Jubileu ao longo do ano de 2022: de São Francisco de Sales e de Santa Joana F. de Chantal.

Rezemos a Novena


São Francisco de Sales

(De 16 a 24 de janeiro)

Oração:  Deus, nosso Pai, São Francisco de Sales Testemunhou com sua vida que sois um Deus de ternura e de misericórdia. Realizastes nele maravilhas, corrigindo as arestas do seu temperamento impulsivo. Por intercessão, nós vos pedimos: enviai sobre nós o Vosso Espírito Santo. Que São Francisco de Sales nos contagie com sua ternura e misericórdia e nos chame à reconciliação e à comunhão convosco e com os nossos irmãos. Nós vos pedimos também a graça... (pedir a graça). Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amém

Oremos: Ó Deus, para a salvação dos homens quisestes que São Francisco de Sales se fizesse tudo para todos; concedei que a seu exemplo manifestemos sempre a mansidão de vosso amor no serviço de nossos irmãos. Por Jesus Cristo vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. (Faça um pedido e reze 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória)

São Francisco de Sales; nasceu em 21 de agosto de 1567 em Thorens/Sabóia. Um sábio e Santo humanista, Sacerdote e Bispo de Genebra, Grande Evangelizador, com determinação, afabilidade e mansidão converteu muitos Calvinistas. Diretor Espiritual, Fundador da Congregação das Irmãs da Visitação, autor dos Livros “Filoteia – Iniciação à Vida Cristã” e “Tratado do Amor de Deus”. Faleceu em 28/12/1622. Canonizado pelo Papa Alexandre VII em1665. Proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio IX em 1877 e Padroeiro dos jornalistas e escritores católicos pelo Papa Pio XI em 1923.

Obs.: A novena de Santa Joana será em agosto.

  Iria Urnau - Instituto SFSales